9ª regra da etiqueta - Evitar constrangimentos no trabalho

O e-mail provocou uma verdadeira revolução na comunicação interpessoal. Simples, acessível, direto e prático, trouxe mais facilidade também para o dia-a-dia profissional. Mas a aparente informalidade do e-mail não é desculpa para descuidos com esse tipo de comunicação. Confira algumas dicas da consultora Claudia Matarazzo, autora do livro "Net.com.classe" (ed. Melhoramentos).

1. O e-mail é prático e muito rápido, mas nem sempre é a solução adequada para determinados casos. Antes de enviar um, pense se não é o caso de discutir o assunto em uma reunião, ou videoconferência (se for muito longo), em um almoço de negócios (se for mais intrincado), ou, até mesmo, em um telefonema (se for delicado). E-mails, por definição, devem ser mensagens curtas e simples.

2. Mensagem curta, todavia, não quer dizer telegráfica: uma saudação e assinatura ainda são necessárias no início e fim dos e-mails.

3. Algumas abreviaturas são óbvias e de uso corrente. Porém, evite usá-las em exagero, principalmente com quem você não tem intimidade. Emoticons (aqueles sinais gráficos usados pelos internautas para expressar emoções) são engraçadinhos, mas também devem ser evitados no campo profissional ou em mensagens mais formais.

4. Ao repassar uma mensagem, tenha o cuidado de digitar algumas palavras de encaminhamento para o novo destinatário. Apertar simplesmente o botão do forward demonstra, além de preguiça, uma clara falta de consideração

5. Não repasse piadinhas indiscriminadamente. Nem correntes religiosas, nem avisos de vírus. Esse tipo de coisa abarrota a rede de lixo, além de ser muito inconveniente.

6. Ao mandar um e-mail com cópia a regra é mais ou menos igual à da comunicação escrita: informações gerais devem seguir para o superior na hierarquia da empresa com cópias para os demais.

7. E-mails devem ser respondidos. Pelo menos 99%. Faça-o nem que demore alguns dias.

 

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